Féio tenta apoio de Elias para a eleição

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Aquele velho ditado que, na política tudo pode acontecer, acabou tendo um desdobramento inusitado nos últimos dias.
Através de uma articulação do deputado Davi Zaia (PPS), o partido propôs uma coligação em que Féio seria o candidato a prefeito e Elias indicaria o vice.
Féio e Elias protagonizaram disputas que envolveram até mesmo questões pessoais nos últimos anos na política de Cordeirópolis. O último lance foi o processo de impugnação da candidatura de Cristina Saad (PP), esposa de Elias em 2012, que a deixou inelegível por oito anos. O processo foi movido através de uma ação do grupo político de Féio e Zorzo, que estavam juntos na época.
Elias tem sido procurado por todos os grupos políticos, visto que tem um time forte, mas não tem um cabeça de chapa, visto que ele e Cristina estão inelegíveis.
A aliança com Féio causaria problemas sérios dos dois lados devido a rivalidade histórica dos grupos. O principal discurso de Féio na eleição passada para eleger Zorzo era evitar a volta do grupo de Elias à Prefeitura. Do lado de Elias, o principal discurso motivador do grupo era a perseguição sofrida por pessoas que eram próximas a ele e estavam na prefeitura por parte de Féio, muitas vezes no campo pessoal.
Por esse motivo, as chances da negociação prosperar são remotas.
Diga-se que essa não é a única situação inusitada nessa eleição. Zorzo (PV), Wilson (PSDB) e Féio (PPS) lançaram suas pré-candidatura a prefeito. Prefeito, vice e ex-prefeito, ou no jargão político “bolacha do mesmo pacote”.  Prova disso é que Féio mantém cargos na Prefeitura. Sua filha, Joana Tamiazo é diretora do HMC e a presidente do PPS Maria Antonia Zaia, é secretária de desenvolvimento econômico de Zorzo, além de muitos outros cargos.
Féio e Wilson devem enfrentar contestações judiciais caso queiram ser candidatos. Ambos foram condenados pelo Tribunal de Contas por conta de um convênio considerado irregular entre a Prefeitura e o Centro Comunitário de Cordeirópolis.
Féio ainda teve suas contas de 2012 rejeitadas pelo Tribunal de Contas. Tal situação o deixa inelegível, a não ser que a Câmara mude o parecer do Tribunal, com o voto de seis vereadores.
As contas devem chegar em agosto na Câmara, bem na época eleitoral, com interesses bem claros de PT, PSDB, PP e PSC que juntos tem seis vereadores. Além disso é a mesma época da votação definitiva do impeachment da presidente Dilma, que está sendo cassada com o argumento de descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, mesmo fato que foi imputado à Féio pelo Tribunal de Contas.
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